Ciências da computação dia 153

MYSQL possui parâmetros (nesse caso variáveis de ambiente) que podem ser globais ou de sessão, estáticos ou dinâmicos. Para modificar parâmetros estáticos você precisa modificar o arquivo my.ini ou my.inf Pasta include do MYSQL, possui os headers para interagir com outras linguagens partes entre [] no arquivo my.ini são as seções de configuração parâmetros estáticos são read-only, ou seja precisam ser alterados no arquivo diretamente programa mysql é um cliente, enquanto o mysqld é o servidor Alguns Parâmetros key_buffer_size → parâmetro que seta a memoria ram que a instância pode usar sort_buffer_size → parâmetro que seta o tamanho do buffer para ordenação de dados max_connections → descreve a quantidade máxima de conexões ao banco (leve em consideração que alguns serviços do próprio MYSQL são tidos como clientes) port → qual porta o servidor vai rodar(parâmetro estático) innodb_file_per_table → quando OFF ele começa a utilizar tablespaces SHOW VARIABLES; --para alterar parametros dinamicos --esses comandos só irão alterar a nivel de sessão, para ser global --voce precisa alterar o arquivo my.ini SET GLOBAL parameter=value; --ou SET @@GLOBAL.parameter=value; Table Spaces arquivos lógicos que guardam os dados (só é possível acessar pelo banco dedados) arquivos são chamados de datafiles não são cross platform são vantajosos quando você possui vários discos, e quando quer acrescentar um, basta apontar no tablespace um datafile para esse disco oracle por padrão usa tablespaces tablespaces podem ter múltiplos datafiles cada usuário pode ter o seu tablespace, sendo necessários privilégios para criar também (em ORACLE) por padrão o sistema aloca todo o tamanho definido para o datafile antes, para evitar problemas como desfragmentação de disco Table Space permanente → usada para guardar os dados Table Space temporária → usada para guardar dados como em: ordenação, indices, etc. SELECT * FROM dba_tablespaces; ALTER TABLESPACE name ADD DATAFILE 'datafile'; -- pode ter qualquer nome e extensão o datafile ALTER DATABASE DATAFILE 'datafile' AUTOEXTEND ON NEXT 20M MAXSIZE 1000M;

April 28, 2025 · 2 min · map[email:dpbm136@gmail.com name:Dpbm]

Ciências da computação dia 154

Métricas falta de controle de um projeto está ligada a falta de métricas; tem como objetivo: entender, achar, controlar e prever tudo do projeto; bom para entender em qual parte do projeto você está; usado para ter estimativas; usado para melhorar a qualidade do projeto. medida → valor de um indicador e/ou atributos usados para a medição; medição → processo de medir; métrica → estabelece um objetivo para a medição; indicador → classificação da medida (escala).

April 28, 2025 · 1 min · map[email:dpbm136@gmail.com name:Dpbm]

Ciências da computação dia 155

Funções mapeamento entre dois conjuntos f: A → B, cada elemento de A corresponde a um único elemento em B A é o domínio, B o contra domínio, a imagem são os elementos que foram mapeados pela função do domínio para o contra domínio Função quadrática ax²+bx+c a → diz se a concavidade é para cima ou para baixo |a| → diz se a concavidade é mais fechada ou aberta b → se pegarmos um ponto qualquer na parábola e mudarmos b, outra parábola será criado com esse ponto (nova parábola será o inverso da original) c → faz com que o gráfico suba ou desça em Y Função irracional 1/x no gráfico sempre há duas assíntotas (horizontal e vertical)

April 28, 2025 · 1 min · map[email:dpbm136@gmail.com name:Dpbm]

Ciências da computação dia 156

É recomendado criar pelo menos 2 tablespaces para cada sistema, sendo um para dados e outro para indices, ajudando no balanceamento de carga tablespace sysaux → informações auxiliares do sistema tablespace undotbs → usado para rollbacks CREATE TABLESPACE name datafile 'datafile' size 10M --tamanho inicial AUTOEXTEND ON NEXT 2M MAXSIZE 20M; DROP TABLESPACE name INCLUDING CONTENTS AND datafiles; SELECT * FROM dba_data_files; --just for admins SELECT username, default_tablespace, temporary_tablespace FROM user_users;

April 28, 2025 · 1 min · map[email:dpbm136@gmail.com name:Dpbm]

Ciências da computação dia 157

Diagrama comportamental visão completa do sistema representação baseada em eventos indica a resposta dele à eventos Diagrama máquina de estados necessário antes ter feito o diagrama de casos de uso e de classes mostra o ciclo de vida de um objeto baseado em autômatos ações são os métodos previstos no diagrama de classe

April 28, 2025 · 1 min · map[email:dpbm136@gmail.com name:Dpbm]

Ciências da computação dia 158

Memórias toda RAM pode se transformar em sequencial (como em filas e pilhas) CACHE é estática (não perde informações com o tempo) quando a MP esta fazendo refresh ela não pode ser usada naquele momento

April 28, 2025 · 1 min · map[email:dpbm136@gmail.com name:Dpbm]

Ciências da computação dia 159

Para transformar o automato em uma tabela, pegue todos os estados e depois faça uma lista dos símbolos e apenas preencha qual transição cada estado fará para aquele símbolo.

April 28, 2025 · 1 min · map[email:dpbm136@gmail.com name:Dpbm]

Ciências da computação dia 16

Complemento em decimal obs: usar o complemento de um número é uma maneira de transformar uma subtração em uma soma 745–84 para transformar em um complemento pegue o maior numero da subtração(745) e conte o numero de dígitos(3), agora ache o maior com esse número de dígitos (999), agora vamos fazer o complemento de 9 999–84 = 915 agora some o maior numero da subtração com o complemento do número 84 ...

April 28, 2025 · 3 min · map[email:dpbm136@gmail.com name:Dpbm]

Ciências da computação dia 160

SYS é o dono do banco de dados; SYSTEM é o admin; usuário schema: possui objetos no banco, possui privilégios para criar objetos; usuário de aplicação: tem privilégios para acessar objetos, mas não pode alterá-los; por padrão usuários não tem permissão para nada (nem para logar no banco); privilégios não precisam de restart do sistema para funcionar; packages empacotam várias procedures dentro; DCL → data control language (GRANT e REVOKE); cada banco criar o DCL do seu jeito (não possui padrão ANSI); donos dos objetos podem fazer o que quiser com eles. Usuários CREATE TEMPORARY TABLESPACE tmp_tablespace_name; --criar usuário schema CREATE USER name IDENTIFIED BY password DEFAULT TABLESPACE tablespace_name TEMPORARY TABLESPACE tmp_tablespace_name; --RESOURCE deixa o user criar coisas (devs usam esse) --CONNECT dá permissões para logar no bacno GRANT CONNECT, RESOURCE TO name; --altera o limite para o usuário no tablespace ALTER USER name QUOTA UNLIMITED ON tablespace_name; --para usar outro tablespace ao inves do default CREATE TABLE table_name ( coluna1 datatype, coluna2 datatype, coluna3 datatype, ) USING INDEX TABLESPACE tablespace_name; --para setar um tablespace para o index CREATE INDEX index_name on table_name ( coluna1, coluna2, coluna3 ) TABLESPACE tablespace_name; --cria um usário de aplicação CREATE USER name IDENTIFIED BY password; Privilégios --TIPOS DE PRIVILÉGIO --privilégio de sistema GRANT privilegio1, privilegio2,... TO user1, user2,...; --alguns privilégios CREATE SESSION; --para conectar no banco CREATE TABLE; --para criar tabela e indices CREATE SEQUENCE; CREATE VIEW; CREATE PROCEDURE; --privilégio de objetos GRANT privilegio1, privilegio2, ... | ALL [colunas...] ON objeto TO user1, user2, ... | role | PUBLIC [WITH GRANT OPTION]; --permite o usuario dar privilégios para outros usuários nesse objeto --alguns privilégios INSERT, UPDATE, SELECT, DELETE --para tabelas EXECUTE --para procedures --obs: um unico grant não pode misturar privilégio de objeto e de sistema junto --ROLES --grupo de permissões --do sistema CONNECT, RESOURCE, DBA --para admin --para criar uma role CREATE ROLE role_name; GRANT privilegio1, privilegio2,... TO role_name; --REVOKE --remove privilegios REVOKE privilegio1, privilegio2,... ON objeto FROM user1, user2,... | role | PUBLIC [CASCADE CONSTRAINT]; --quando existem tables interligadas com privilégios --SYNONYM --maneira de criar um alias para um objeto CREATE SYNONYM synonym_name FOR object; SELECT * FROM synonym_name;

April 28, 2025 · 2 min · map[email:dpbm136@gmail.com name:Dpbm]

Ciências da computação dia 161

F(x) → mapeia valor dos reais para os reais F(x) = x → função identidade reta bissetriz → reta que passa pelo ponto 0 e divide 90° em 2 Função afim quando a > 0 → crescente quando a < 0 → decrescente quando crescente o gráfico sai do terceiro quadrante e vai em direção ao primeiro quandro decrescente o gráfico sai do quarto quadrante e vai para o segundo a raiz da função é → F(x) = ax + b = 0 coeficiente a denota também o quão inclinado será a reta, quanto maior mais inclinado Função modular F(x) = |x|+a → função sobe em Y F(x) = |x+a| → função se move para a esquerda quando a>0 e direita quando a<0 Função quadrática ponto máximo ou minimo da parábola é denominado de vértice coordenada do vértice → (-b/2a, -Δ/4a ou F(x)) quando Δ > 0 → duas raizes (parabola corta o eixo x) quando Δ = 0 → uma raiz (único ponto em x) quando Δ < 0 → nenhuma raiz (não corta o eixo x) Função par/ímpar f(x) = f(x) →função par f(x) = -f(x) → função ímpar

April 28, 2025 · 1 min · map[email:dpbm136@gmail.com name:Dpbm]