Ciências da computação dia 144

(a+b)² = (a+b)(a+b) = a² + 2ab + b² (a-b)²= (a-b)(a-b) = a²-2ab+b² (a+b)(a-b) = a² + b² (obs, eles precisam estar na mesma ordem, a+b e a-b) (a+b)³ = (a+b)(a+b)² = a³+b³+3a²b + 3ab² (a-b)³ = (a-b)(a-b)² = a³-b³-3a²b + 3ab²

April 28, 2025 · 1 min · map[email:dpbm136@gmail.com name:Dpbm]

Ciências da computação dia 145

DCL segurança do banco de dados; criação de usuários e ajuste de privilégios que eles possuem. DTL transação do banco de dados; seta um bloco de transação e, caso algo aconteça no meio da transação, há a possibilidade de reverter, evitando inconsistências. Parâmetros durante a instalação do banco de dados,é necessário configurar alguns parâmetros para que o banco se encaixe na máquina usada, e a aplicação da qual usará o banco. Procedure funções que podem, ou não, retornar algo; pode possuir parâmetros de entrada e/ou saída. Function Função que retorna algo. Trigger procedure que está ligada à uma tabela; trabalha com eventos: Insert, update e delete; pode ser usado para criar logs/histórico. Backup incremental apenas dados que foram modificados após um backup anterior são salvos. Backup quente backup feito com o banco em funcionamento. Backup frio backup que é feito apenas quando o banco está desligado. Banco de dados formado por processos e dados; recomendável usar em um servidor diferente do servidor do qual a aplicação está rodando; ao fazer queries select no banco, além dos dados requisitados, ele também salva alguns dados do entorno na memória para deixar uma query futura mais rápida. Tablespace maneira de fazer um track de onde os dados vão ser salvos/lidos; reparte dados em múltiplos discos.

April 28, 2025 · 1 min · map[email:dpbm136@gmail.com name:Dpbm]

Ciências da computação dia 146

estudo de viabilidade verifica se um sistema vale a pena ser feito/implantado, ajudando na tomada de decisão e, se houver, apresenta outras soluções. o que é analisado: Como a empresa funciona: como opera, quem são os usuários, quais são as políticas, etc. Problema com o sistema apresentado: ver como o sistema atual funciona e o que pode ser melhorado nele. Objetivos e outros requisitos: requisitos novos para o sistema. Restrições: requisitos não funcionais que delimitam o sistema. Alternativas possíveis: outros sistema que podem anteder o problema (o próprio sistema atual pode se encaixar nisso). Vantagens e Desvantagens das alternativas. questões que podem ser feitas: O que acontece se o sistema não for implementado? Quais os problemas atuais? É necessário novas tecnologias/habilidades? estrutura PLECES: Performance: tempo de resposta adequado. Informação: sistema gera informações úteis. Economia: sistema, economicamente, vale a pena. Controle: Controle de segurança. Eficiência: sistema usa de todos os recursos disponíveis. Serviços: sistema é flexível e confiável. Tipos de viabilidade: econômica: o quanto custará e o quanto dará de retorno. operacional: a tecnologia apresenta alguma barreira ao usuário. técnica: há tecnologias para implementar o sistema. Tipos de custos: de desenvolvimento: pessoas, software, hardware, instalação do sistema, treinamento, etc. operacionais(contínuos): manutenção, salários, etc. fixo: aluguel, salários, luz, etc. variável: servidores, manutenção, serviço de terceiros, etc. Tipos de benefícios: tangíveis: os quais você consegue ver os valores, como aumento de produção e redução de despesas. intangíveis: os quais você não consegue medir diretamente, como satisfação do cliente, melhor gestão, etc. técnicas para análises de custo x benefício: Payback: se e em quanto tempo haverá o retorno financeiro, baseando a análise se é melhor investir o dinheiro em renda fixa ou no projeto. valor líquido atual: subtrai os benefícios dos custos atuais, se for negativo haverá prejuízo. ROI (Análise de retorno dos investimentos): semelhante ao VLA, mas dessa vez pensa no investimento inicial e diz qual dá mais retorno. matriz da análise de viabilidade: maneira de comparar todos as técnicas acima usando uma matriz.

April 28, 2025 · 2 min · map[email:dpbm136@gmail.com name:Dpbm]

Ciências da computação dia 147

RAM dividia em BIOS, OS, APPs e DATA. memória ROM também possui acesso aleatório. para testar a MP, é necessário testar cada bit, e caso um esteja comprometido a máquina não liga, já que a confiabilidade foi perdida. Ao ligar a máquina, a BIOS é carregada, essa, por sua vez, testa todos os dispositivos de ES, e, se tudo ocorrer bem, o OS é carregado para a MP. Uma vez que as instruções residem na memória, o tamanho da palavra delas é definido pelo tamanho do barramento de dados. HD acesso sequencial. possui diversas trilhas e essas trilhas possuem diversos blocos, geralmente de 512bytes, denominados setores. Registradores/CP/UP-DOWN registrador acumulador também é um registrador geral. contador de programa incrementa o endereço atual. ao usar tomada de decisões dentro de um software, o contador de programa, ao invés de incrementar, ele vai para a primeira função desse novo fluxo, o que consequentemente deixa a execução mais lenta. quando é feita uma divisão, o quociente fica no contador up/down, e através do multiplex ele vai para o registrador acumulador. Caso a gente queira o resto, basta pegar o resultado da operação feita pela ULA.

April 28, 2025 · 1 min · map[email:dpbm136@gmail.com name:Dpbm]

Ciências da computação dia 148

o estado inicial não necessariamente é q0. na cadeia, a ordem dos símbolos importa. quanto mais palavras o autômato aceita, mais simples ele será, uma vez que terão menos regras à seguir. O autômato só para quando a cadeia terminal, ou seja, mesmo passando pelo estado final, se ainda houverem mais símbolos ele vai continuar.

April 28, 2025 · 1 min · map[email:dpbm136@gmail.com name:Dpbm]

Ciências da computação dia 149

Hot swap dispositivo que pode ser conectado/desconectado enquanto a máquina está ligado. em servidores, quando é necessário adicionar um novo disco, há uma controladora HDA que faz com que os discos sejam hot swapable, implementando RAID. obs: o padrão desses discos é SAS de ≥ 10000 RPM Arquitetura Oracle v19 e v21 recebem atualizações (pelo menos até 2023). ORACLE_HOME → pasta instalação do oracle Oradata → pasta de arquivos do banco de dados network/admin → arquivo de configuração cliente/servidor(tnsnames.ora e listener.ora). padrão porta → 1521 ORACLE_HOME/database → onde ficam os parâmetros de inicialização #para mostrar os parâmetros SELECT name, value FROM v$parameters; #view com os parâmetros #ou SHOW parameter <parte_do_nome>; # para ver quais parâmetros são estáticos selecione #também a coluna ISINSTANCE_MODIFIABLE # para alterar parâmetros ALTER [SYSTEM|SESSION] SET <parametro>=<valor> SCOPE [MEMORY|SPFILE|BOTH]; #ao usar alter SESSION, as alterações só terão efeito na sessão atual #MEMORY pode ser usado para parâmetros dinâmicos e funciona na hora, #contudo ele não fica salvo para próximas sessões #SPFILE salva diretamente nos arquivos de parametros (parâmetros estáticos), #contudo é necessário reinciar a maquína para ter efeito #BOTH aplica ambos #obs: nunca edite os arquivos de parâmetros na mão #obs2: você precisa de previlégios para alterar parâmetros, geralmente, #apenas usuários SYS e SYSTEM conseguem Alguns comandos interessantes #sysdate SELECT SYSDATE FROM DUAL; #DUAL é uma tabela virtual sem valores para executar o SELECT sem erros #isso é devido ao SQL ANSI não permitir SELECT sem FROM ALTER SESSION SET NLS_DATE_FORMAT='dd/mm/yyyy hh24:mi:ss'; #muda o formato de data para a sessão atual SELECT * FROM v$INSTANCE; #usa a view v$INSTANCE para mostrar dados sobre o banco e a máquina

April 28, 2025 · 2 min · map[email:dpbm136@gmail.com name:Dpbm]

Ciências da computação dia 15

for, while, do while while → mais usado while → repete algo enquanto a condição for verdadeira

April 28, 2025 · 1 min · map[email:dpbm136@gmail.com name:Dpbm]

Ciências da computação dia 150

Evitar riscos/Gerenciamento de riscos Pode ser adotado medidas como: pagar mais para nenhum funcionario sair da empresa durante o projeto; tenta minimizar os riscos e seus efeitos; outras maneira de evitar riscos é montando times como mais de uma pessoa, assim caso uma saia, há outra no lugar que já sabe o que fazer; parte do gerenciamento de projeto; É preciso fazer uma listagem dos riscos e estimar suas probabilidades de acontecer para serem mitigados o quanto antes baseando-se em sua gravidade(planejamento de riscos); é preciso monitorar os riscos que podem aparecer durante o projeto; Para mitigar é necessário criar um plano de contingencia, do qual dirá o que fazer em certas situações, ou ainda um plano de prevenção, para evitar que o erro aconteça. Gerenciamento de projeto assegura que o software será entregue no prazo e orçamento; Pode ser utilizar resolusões de problemas já usados por outras engenharias que são semelhantes à de software. Atividades do gerenciamento Definição dos limites do projeto (o que faz e o que não faz); definição do cronograma; custo do projeto; monitoramento das ações; seleção de pessoas; relatórios. Planejamento definição do cronograma junto com cada equipe e suas responsabilidades (Plano principal); outros planos podem vir junto com o principal, como o de qualidade, validação, etc. Marcos finalização de um processo e apresentação de um resultado (também chamado de produto). Cronograma define data limite para cada atividade, pensando também em atividades simultâneas para otimizar o tempo. Rede de atividades espécie de grafo que demonstra as sequencias de atividades (assim como as simultanêas) e seus marcos; é possivel ver a data final do projeto seguindo o maior caminho do grafo (uma vez que as transições contêm o tempo estimado), esse é chamado de caminho critico, se algo atrasar nele, o projeto inteiro atrasa. Diagrama de barras Demonstra a sequência de atividades e a tolerância de atrasos no calendário. Gerente de projetos precisa conhecer o projeto, ter habilidades práticas e saber lidar com pessoas. Tipos de riscos de projeto → aumenta custos e tempo necessário; de produto → afeta a qualidade; de negócio → afeta a corporação.

April 28, 2025 · 2 min · map[email:dpbm136@gmail.com name:Dpbm]

Ciências da computação dia 151

UES usa comunicação serial (apenas um “fio”); UNDERFLOW pode ocorrer quando há um número com um muitas casas decimais; Quando há uma divisão por zero, o programa aborta, pois, caso contrário, ela ficaria eternamente tentando calcular, caso não houvessem flags e temporizadores; RAM é dinamica (perde informações com o tempo); CACHE é estática (não perde informações com o tempo); valores de 3.3v-5v é 1; valores de 0v-0.7v é 0; valores entre 0.7v-3.3v é tido como um estado indeterminado; A RAM possuim um sistema de REFRESH; um clock de 3Ghz tem 3*10⁹ ciclos/segundo, se 1 instrução leva 10 ciclos então temos 3*1⁰⁹/10 ciclos/segundo.

April 28, 2025 · 1 min · map[email:dpbm136@gmail.com name:Dpbm]

Ciências da computação dia 152

April 28, 2025 · 0 min · map[email:dpbm136@gmail.com name:Dpbm]