Ciências da computação dia 270

Grafo completo (Kn) todas as vertices são interligadas entre si Subgrafo grafo gerado a partir de um subset do grafo original é dito que o grafo H é um subconjunto de G ( H ⊆ G) só é um subgrafo se: V(H)⊆V(G) e E(H) ⊆ E(G) Passeio sequência de arestas no formato → (V0, V1), (V1, V2), (V2, V3), …, (Vs-1, Vs) sendo s o tamanho do passeio(no caso, grafo)→ total de arestas que foram usadas ((L,M), (M, L), (L,R) → s=3) é permitido repetir arestas → (C, M), (M, L), (L, C), (C, M) ...

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Ciências da computação dia 271

ISO/OSI comunicação feita com 7 camadas PDU → protocol data unit cada camada N de um host se comunica com a N do outro host virtualmente protocolo de sub-rede interna faz a parte da comunicação e tratamento entre as camadas físicas dos dois hosts não necessariamente todas as camadas são usadas em um padrão de rede, isso é apenas uma referência cada camada deve ter uma função bem definida camadas são usadas para criar abstrações quantidade de camadas não pode ser muito grande nem muito pequeno para assim ter camadas com características distintas e ainda ser fácil de gerir limite das camadas deve minimizar o fluxo Camadas Camada Física (1) bit a bit tensão representa os bits intervalos de nano segundos dividem um bit de outro dita a direção da comunicação interfaces mecânicas, elétricas e de sincronização garantia do envio e recebimento do dado Camada de Enlace (2) Transformação dos dados brutos (bits) verifica erros não detectados na camada de rede divide dados em quadros(frames) que serão transmitidos sequencialmente rede de difusão controla a colisão aqui Camada de Rede (3) usa pacotes IP como os pacotes são roteados (estático ou dinâmico) controla a sub-rede trata da a qualidade do serviço, tempo em transito, instabilidade, etc trata da qualidade usando retardo → ao enviar dados, o buffer de um dos lados pode encher, assim essa camada da um delay para esperar esvaziar para enviar novamente Camada de Transporte (4) aceita dados de uma camada acima e divide em partes menores, caso necessário. Então, repassa para a camada de rede garante que chegarão corretamente uso de TPDU Camada de Sessão(5) usa SPDU oferece serviços serviço de controle de dialogo → controla quem vai transmitir serviço de gerenciamento de token → impede que as partes façam a mesma função critica ao mesmo tempo serviço de sincronização → caso ocorra uma falha, ele volta do ponto que estava, usando tokens para realizar isso (muito utilizado para resumir downloads, por exemplo) Camada de apresentação(6) usa PPDU sintaxe e semântica das informações Camada de Aplicação(7) usa APDU uso de protocolos pelo user DNS, SMTP, FTP, HTTP (protocolos da camada de aplicação) ...

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Ciências da computação dia 272

Threads em JAVA gerenciado pela JVM modo user pode ser criado estendendo Threads ou implementando um Runnable todo app java possui no mínimo 1 thread (main thread) main pode criar novas threads cada thread é uma instância da classe Thread classe precisa ter o método run .start() → inicia o thread .sleep() → pausa o thread por um certo tempo .join() → espera o thread acabar para rodar o resto do fluxo principal .interrup() → para o thread .interrupted() → checa se o thread foi interrompido ao usar memória compartilhada, é interessante o primeiro que utilizar bloquear o recurso, para não haver sobreescrita JVM JVM suporta um único processo (programa) JVM possui → loader, verifier e o runtime interpreter

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Ciências da computação dia 273

IPs uma parte do IP identifica o host e a outra a rede endereço de rede serve para identificar a rede endereço de broadcast é usado quando é necessário mandar algo para todos os endereços IP da rede máscara de sub-rede ajuda a determinar a parte que representa o host e a classe dos IPs cada classe há um limite de Hosts e Redes endereços frios → IPs locais, não roteáveis Classes de IPs Classe A bit mais a direita é sempre 0 (valores vão de 1 ate 126/127) 127 é um número reservado para referenciar o próprio computador (localhost — 127.0.0.1) máscara → 255.0.0.0 (8 bits para a rede e 24 para a máquina/host) 128 redes possíveis (2⁷ — 2) 16777214 hosts (2²⁴- 2) ← total de hosts que serão atingidos no broadcast endereços frios são → 10.0.0.0 à 10.255.255.255 Classe B dois primeiros bits são 10 (primeiro octeto vai de 128 ate 191) máscara → 255.255.0.0 16382 redes possíveis (2¹⁴-2) 65534 hosts (2¹⁶ — 2) endereços frios são → 172.16.0.0 à 172.31.255.255 Classe C primeiros bits são 110 (primeiro octeto vai de 192 até 223) máscara → 255.255.255.0 2097150 redes possíveis (2²¹-2) 254 hosts (2⁸-2) endereços frios são → 192.168.0.0 à 192.168.255.255 Classe D primeiros bits 1110 usados para endereços multicast Classe E primeiros bits 1111 reservado para o futuro Esses IPs são conhecidos como IPs roteáveis

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Ciências da computação dia 274

Medidas de dispersão às vezes, medidas de tendência central não representam corretamente os dados. Então precisamos utilizar esses tipos de medidas para entender como os dados estão dispersos entre si Desvio médio distância entre os dados (sempre positivo) desvio em relação a média da sequência pouca precisão Variância utiliza-se o quadrado do valor ao invés do modulo σ² ou S² ao utilizar todos os valores, isso é chamado de variância populacional, caso contrário é chamado de variância amostral ...

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Ciências da computação dia 275

IPs número de hosts segue a formula 2^n-2, sendo n o numero de bits (o menos dois remove os dois números reservados .0 e .255) IP do roteador geralmente é o primeiro, mas pode ser qualquer outro na prática Roteadores também são chamados de gateway ao acessar um IP fora da rede ele vai para o roteador e vai pulando de roteador em roteador até chegar no ponto que tenha o que você procura LAN é sempre por difusão, mesmo usando switch (o switch ainda usa difusão, mas ele também consegue enviar diretamente dependendo do seu tempo de uso) Sub-redes você pode pegar um IP especifico e dividi-lo em sub-redes, basta configurar a máscara de sub-rede ao dividir um IP em sub-redes, cada sub-rede terá seu IP de broadcast e de rede. Por exemplo, se tivermos 192.168.0.0 até 192.168.0.31, os IPs usáveis vão d e 192.168.0.1 até 192.168.0.30 na máscara você começa a adicionar bits da esquerda para direita no ultimo octeto disponível (você não conta em binário, vai apenas mudando o bit menos significativo para 1) ex: 255.255.255.0 → 255.255.255.128 não há mudanças na classe de IP nḿero de sub redes é 2^n sendo n o numero de bits adicionados não pode haver máscara 255.255.255.255, já que essa rede teria apenas número de broadcast quantidade de IPs de cada sub rede também segue o padrão 2^n-2, sendo n o número de bits do host ao adicionar bits na sub rede, a máscara também aumenta ex: 192.168.0.0/24 → 192.168.0.0/26 (adicionando mais 2 bits) computadores com mascaras diferentes não pertencem a mesma rede(não conseguem se comunicar entre si) Para saber se dois IPs estão na mesma rede faça: transforme os IPs e mascaras de cada um em binário, depois faça uma operação AND entre o IP e sua respectiva máscara. Se ao final eles forem iguais, eles pertencem a mesma rede

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Ciências da computação dia 276

Interrupção evento externo que faz com que a execução pare para executar uma rotina de interrupção após o tratamento ela volta quando menos, melhor Maneiras de fazer processos Paralelos co-routines semelhante a sub rotinas (métodos) marca vários pontos intermediários de entrada e saída da rotina endereçamento especifico do tipo TRANSFER não possui retorno ao chamar uma co rotina ela vai seguindo até encontrar um TRANSFER executa um pequeno código e depois volta não bloqueante async/await FORK/JOIN cria-se um novo processo (FORK) 2. segue executando o pai ...

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Ciências da computação dia 277

Endereço de rede é usado para saber se dois IPs estão na mesma rede, se não, então é necessário usar um router

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Ciências da computação dia 278

Análise combinatória fatorial não funciona para números negativos n! = n*(n-1)*(n-2)*…*1 0! = 1! = 1

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Ciências da computação dia 279

Sleep/Wake Up bloqueante para problemas bounded buffer(limitado pelo buffer) problema do produtor/consumidor (produtor adiciona no buffer, consumidor tira do buffer) o problema do produtor/consumidor acontece quando o produtor quer adicionar no buffer, mas ele está cheio, ou o consumidor quer tirar do buffer, mas ele está vazio para resolver isso, o sleep/wake up coloca o processo para dormir dois processos acessam o buffer ao mesmo tempo buffer age como uma fila circular exclusão mutua deve ser aplicada há a possibilidade de usar uma variável para dizer se um pode consumir e se o outro pode adicionar, contudo, o scheduler pode interromper antes da variável ser modificada, podendo então causar a dissincronia e consequentemente um deadlock um processo pode colocar outro para dormir (sleep) ou acordar (wake up) Semáforo armazena o numero de wake ups enviados, começando em 1 se o número for 0, o recurso está sendo usado, se não ele está livre operação down executa sempre que um processo quer utilizar o recurso e up para liberar o recurso operações são atômicas aplica a exclusão mutua bloqueante quando um processo acessa a região crítica, ele da um comando down, se o valor for 0 ele entra numa fila e fica bloqueado até chegar a vez dele de usar, se não ele executa Semáforo full → conta no buffer quantos espaços estão sendo usados (começa com o numero de elementos) Semáforo empty → conta o numero de espaços vazios no buffer (começa com 0) soluciona o mesmo problema do produtor/consumidor Monitor há somente um processo ativo dentro do monitor o restante é bloqueado semelhante ao semáforo, só que mais fácil de controlar bloco programático compilador que garante a exclusão mutua dentro de um bloco monitor há procedimentos a serem executados, antes de executar ele vê se não há nada que estava sendo executado antes Mensagem processos podem estar em diferentes máquinas envia e recebe mensagens ao invés de usar memória compartilhada pode usar as primitivas SEND e RECIEVE para sincronia pode ser bloqueante ou não (usando outra THREAD por exemplo) por usar rede, há diversos problemas que podem acontecer para resolver a perda de mensagens, é usado ACK para dizer que a info chegou corretamente para resolver a perda do ACK, as mensagens são todas numeradas, assim, caso um envie a mesma mensagem 2 vezes, entende-se que ele não recebeu o ACK então, você descarta a mensagem e envia o ACK de novo pode haver combinação de bloqueante e não bloqueante (emissor x receptor) emissor bloqueante e receptor bloqueante = síncrono ...

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