Ciências da computação dia 287
Roteamento estático configuração manual das rotas entre roteadores para redes menores e mais simples definição dos IPs de destino, mascará de rede e próximos saltos mais seguros (não depende de protocolos) requer muita manutenção não é escalável Roteamento Dinâmico utiliza protocolos como OSPF, EIGRP e BGP protocolos monitoram mudanças na topologia roteamento se baseia em algoritmos para travessia de grafos (como Dijkstra) levando em consideração coisas como banda, número de saltos, latência, etc. Protocolo RIP baseado em vetor de distância antigo suporta até 15 saltos verifica atualização na rota a cada 30s para redes simples leva em consideração o número de saltos para definir a melhor rota pode gerar loops em redes grandes convergência lenta (para trocar de rota) EIGRP da CISCO baseado no algoritmo DUAL híbrido entre vetor de distância e estado de enlace (vê se a conexão está boa) rápida convergência, suporta vários protocolos, tolerância a falhas, utiliza várias métricas capaz de entregar as informações na ordem certa envia por outras rotas caso uma falhe balanceamento de carga escalável OSPF Open Shortest Path First protocolo com estado de enlace (link-state) suporta sub-redes e área entrega na ordem balanceamento de carga atualiza rapidamente a rota em resposta a mudanças na topologia (caso algum cabo rompa, ou algum aparelho quebre, etc.) usa o algoritmo de Dijkstra BGP Border Gateway Protocol (interno) EBGP para externo roteamento para sistemas autônomos para políticas de roteamento complexos suporta propagação de rotas entre diferentes domínios métricas: número de saltos, confiabilidade e preferência local (roteadores locais)